Gestão hospitalar: o que está dando resultados no mercado

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A rotina em hospitais é complexa e muito dinâmica. Profissionais, pacientes, prontuários, movimentação de pessoas, protocolos internos… Tudo precisa estar em constante supervisão para que nada escape ao controle. Métodos defasados são suscetíveis de falhas e abrem espaço para divergência entre informações. Além de serem menos confiáveis, também tornam o desempenho da instituição moroso e desgastante.   

A gestão hospitalar permite centralizar todas essas demandas por meio de softwares, que aglomeram dados e relatórios de maneira padronizada e setorizada. Basicamente, a plataforma tem o propósito de administrar tarefas e controlar demandas de atendimento e recursos humanos.

Graças à gestão hospitalar eficiente,  é possível:

  1. Compilar registros de assistência a pacientes;
  2. Gerir laudos médicos;
  3. Ordenar dados de estoque;
  4. Contabilizar entrada e saída de medicamentos e materiais;
  5. Acomodar planejamentos nutricionais;
  6. Supervisionar etapas de processos cirúrgicos;
  7. Automatizar prontuários;
  8. Catalogar exames.  

O Brasil tem apresentado excelente nível de aperfeiçoamento digital. Gestores de saúde vislumbram no emprego da tecnologia uma alternativa para prevenir e curar doenças. Com dispositivos e aplicativos informatizados à disposição, o hospital pode desde estruturar uma alimentação diária adequada ao prontuário até controlar a eficiência dos tratamentos administrados.

Além disso, a integração das informações clínicas de um paciente, acrescidas ao monitoramento de seus hábitos de vida, pode gerar um plano de antecipação de possíveis problemas, sinalizando pontos de atenção e indicando precauções.

O que muda com a gestão hospitalar?

A implementação da gestão hospitalar é a decisão ideal para organizar definitivamente a operação das unidades de saúde.

São responsabilidades do gestor hospitalar:

  1. Coordenar cadeia logística e farmacêutica;
  2. Concentrar documentos;
  3. Gerenciar funcionários, fornecedores e prestadores de serviço;
  4. Fiscalizar afazeres frequentes e periódicos, como higienização de ambientes e manutenção de equipamentos;
  5. Desenhar fluxo financeiro;
  6. Planejar despesas e unificar contas;
  7. Anular erros de cobrança e pagamento;
  8. Esboçar redução de custos.    

A gestão hospitalar, ao contrário do que muitos pensam, não é meramente tecnológica, substituindo papéis, arquivos e fichas. É, sobretudo, uma mudança de práticas, desempenhos e modelos administrativos. A informatização do gerenciamento hospitalar permite:

  1. Instituir outras metodologias e procedimentos;
  2. Monitorar operações;
  3. Rastrear processos inteiros;
  4. Acompanhar indicadores de funcionamento;
  5. Reformular normas de conduta;
  6. Impor workflow (fluxo de trabalho), com precisão, agilidade e hierarquia;
  7. Aderir diretrizes atualizadas de trabalho;
  8. Agregar atribuições diferenciadas à equipe, a partir da percepção de habilidades e competências;
  9. Identificar, analisar e gerenciar riscos.

Você pode definir estratégias baseado em indicadores estatísticos a partir dessas práticas. Com regras minuciosamente aplicadas, balanço transparente e anulação de falhas, é garantida maior estabilidade nos cálculos, decisões e projeções. Com índices verossímeis, viabiliza-se a prospecção de medidas até mesmo em longo prazo.   

O que considerar ao modernizar a gestão hospitalar?

Para que a mudança seja assertiva e posteriormente demonstre exatidão é importante que você considere e execute algumas ações preliminares:

  • Pesquise o mercado e estude quais soluções estão disponíveis, investigando a aderência de cada uma delas. Consulte quais sistemas são utilizados por clientes, parceiros e até mesmo concorrentes, para checar a qualidade e confiabilidade dos suportes.  
  • Estude quais processos poderão ser centralizados no programa, de modo que todas as atividades do hospital possam estar integradas. Meça a proporcionalidade entre resultados prometidos e valor de licenciamento e implantação, ambos devem ser equivalentes e justos.
  • O nível de segurança do sistema operacional é uma condição crucial ao aderir o serviço. Confirme que as informações estarão protegidas, sem abertura para hackeamento. Questione sobre como funciona o bloqueio de dados e delimite exatamente quem terá acesso a eles.

Assegure-se de que tudo será implantado de maneira rápida e simples. Compartilhe suas estratégias de melhoramento e estabeleça uma relação de cooperação entre unidade de saúde e empresa proprietária do software, para que ambas cresçam com os avanços e inovações do produto.

Adaptações necessárias para uma gestão hospitalar eficiente

A maior parte dos problemas rotineiros está relacionada à administração. Ou seja, se o conflito de diretrizes parte da superintendência, é de lá que deve partir a mudança. A tecnologia serve aos interesses de quem coordena, e não o contrário.

A TI em saúde é capaz de realizar prognósticos e melhorar a produtividade das instituições. Porém, não consegue entregar esses resultados sozinha. Antes de tudo, acerte o que está mal resolvido, aprofunde-se nos pontos de obstrução, compreenda o papel e a responsabilidade de cada colaborador, envolva-os, porque eles são influenciadores das equipes no processo de decisão e mapeamento das melhorias, capacite os funcionários, oriente bem os líderes e endireite o rumo do negócio. Feito isso, a inteligência artificial poderá não somente auxiliar você nas resoluções de problemas, como fazer com o que o hospital torne-se referência em tecnologia e eficiência de atendimento.

O seu hospital está pronto para o grande passo? Compartilhe nos comentários suas dificuldades e receios. A Intensicare existe para fazer parte dessa transformação, cooperando em todas as etapas.  Confira nossas soluções disponíveis em gestão inteligente de UTIs.

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